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Perdão...
Perdão...

Reflexão sobre Irmãos, Família e o Valor do Tempo
A Essência da Relação entre Irmãos e família 

Mateus 18:3
3 - E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus.


Muitas vezes, o corre-corre do dia a dia e os pequenos atritos cotidianos criam distâncias
desnecessárias entre aqueles que partilham a mesma história de origem. No entanto, como
nos lembra a reflexão sobre os irmãos, a vida é curta demais para acumular silêncios ou
guardar contas a cobrar.

Dentro da fámilia, as vezes, podem acontecer uma discursão ou desavença, mas não podemos levar isso a ponto de criar uma  magua pra sempre...

Precisamos, Pondera que  significa pensar cuidadosamente, refletir, avaliar e examinar antes de agir.

Mateus 18:21
21 - Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?

Lucas,17.3

"Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o; e, se ele se arrepender, perdoa-lhe" — está escrita na Bíblia Sagrada, no Novo Testamento, mais precisamente no 

1. Sair do silêncio e da amargura (Evitar o rancor guardado)

O erro mais comum quando alguém nos ofende é guardar a mágoa em silêncio, acumulando ressentimento e deixando o orgulho crescer. Repreender significa não varrer o problema para debaixo do tapete. É ter a coragem de conversar com a pessoa e dizer, com respeito: "Aquilo que fizeste magoou-me", ou "Isso não esteve correto".

Aqui está o que a ciência psicológica nos diz sobre como as crianças lidam com o perdão e o conflito:

1. Criança A ausência de rancor crônico (O vivir no presente)

As crianças pequenas (até os 6 ou 7 anos) vivem predominantemente no momento presente. A psicologia observa que elas raramente guardam rancores profundos ou planejam "vinganças" a longo prazo.

  • Se duas crianças brigam por um brinquedo e choram intensamente, é comum que, poucos minutos depois, estejam a brincar juntas novamente como se nada tivesse acontecido. Para elas, o perdão não é um conceito filosófico complexo, mas sim uma retomada natural do vínculo e da brincadeira.

2. Dar a oportunidade da reconciliação

Se a pessoa não sabe que nos feriu (ou se acha que passou despercebido), ela não tem a chance de consertar as coisas. Quando você repreende com mansidão, você abre as portas para o diálogo. É um ato de amor à relação, porque você prefere enfrentar o desconforto da conversa a deixar que a distância destrua o vínculo.

3. Falar a verdade com amor e justiça

A verdadeira repreensão bíblica é feita cara a cara, de forma privada e madura (como Jesus orienta noutros pontos sobre resolver conflitos de forma direta, sem fofoca ou exposição pública). Não é um ataque ao caráter do outro ("tu és uma pessoa má"), mas sim um apontamento sobre a conduta ("essa atitude específica machucou-me").

Precisamos distinguir uma discordância respeitosa de atitudes como orgulho, agressividade, injustiça e falta de ética.

Temer a Deus não significa concordar com tudo, mas saber discordar sem perder o respeito. 


Pilares para a Convivência e o Perdão

• O Poder do Perdão e da Paciência: Perdoar mais e ser mais paciente não significa
fraqueza, mas sim maturidade emocional e espiritual.

Romanos 3.23: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.”

Cada pessoa tem sua personalidade, seu temperamento, suas fraquezas e sua história de vida.

Alguns defeitos que precisamos reconhecer:

  • Orgulho: dificuldade de admitir que estamos errados.

  • Vaidade: desejo excessivo de reconhecimento e elogios.

  • Inveja: tristeza diante das conquistas dos outros.

  • Ciúme: sentimento que pode gerar desconfiança e atitudes injustas.

  • Ganância: desejo de possuir cada vez mais.

  • Impaciência: dificuldade de compreender as limitações alheias.

  • Prepotência: usar a autoridade para humilhar ou desprezar pessoas.

 

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