Pastor Muller e sua  digníssima esposa  Miriam Inthurn

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Cristianismo ocidental catolicismo...
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Cristianismo ocidental

(igreja catolica romana)

O cristianismo medieval, que nessa época já havia tomado a forma de catolicismo, tornou-se um misto de superstição, ambição política, especulação vazia, imoralidade chocante e prepotência absurda. O papado, as cruzadas, as relíquias, a Inquisição, a venda de indulgências e as práticas religiosas, de um modo geral, são apenas algumas referências históricas de como uma instituição divina pôde se corromper, a ponto de abandonar a direção do padrão infalível das Sagradas Escrituras.

Com exceção de alguns grupos, como Paulicianos, Valdenses, Lolardos, Hussitas e outras manifestações menos significativas que houve dentro desse período, a situação como um todo estava bem longe do cristianismo apostólico. As poucas luzes que escassamente brilhavam aqui e acolá eram constantemente ameaçadas e sufocadas pelo despotismo papal. E, embora a Igreja verdadeira jamais deixasse de existir e cristãos sinceros houvesse em todos os séculos, uma reforma interna era a única coisa que poderia salvar da morte a verdadeira fé em Cristo, reforma muitas vezes proposta e muitas vezes rejeitada. Mas a tocha tornaria a arder.

Por toda a era medieval, a Igreja Católica Romana manteve o monopólio religioso do Ocidente europeu. Pertencer à Igreja era conseqüência automática do nascimento de qualquer pessoa ocidental, e não havia lei ou costume que permitisse a ninguém renunciá-la. A dominação espiritual da Igreja se estendia por toda a Europa. É impossível compreender o papel e a influência da Igreja Católica Romana na era medieval sem a compreensão de suas doutrinas religiosas básicas.

Durante esse período, o desenvolvimento litúrgico e doutrinário da Igreja foi intenso. Com a ascensão do bispo romano, a Igreja tornou-se a senhora do Império. Era já vigente a idéia de que o poder espiritual era superior ao poder temporal: com a teoria das duas espadas os papas erigiam e depunham imperadores. A arma utilizada pelos papas era a excomunhão e o interdito. Nenhum rei queria perder sua alma para sempre num inferno de fogo, então, por vezes, submetia-se aos ditames dos papas. A excomunhão não implicava somente em prejuízos espirituais. De fato, excomungado o rei, seus vassalos ficavam libertos dos juramentos que lhe haviam feito e, muitas vezes, isso era desculpa suficiente para que se rebelassem. Na época do imperador Pepino (o Breve), surgiram As pseudodecretais ou decretais pseudo-isidorianas (754 – 852). Eram falsificações entre as quais se encontrava a tal “doação de Constantino”. Nesse documento, constava uma suposta dádiva que o imperador fizera ao bispo de Roma, doando-lhe todas as terras do império em recompensa de uma cura recebida. Colocava o bispo de Roma como caput totius orbis  (cabeça de toda a terra), tanto sobre a igreja (poder espiritual) como sobre os territórios (poder temporal). Esta falsificação foi considerada autêntica até o século XV, e ajudou muito o bispo romano a reforçar o primado papal, dando um aparente fundamento jurídico às pretensões dos papas, que usaram e abusaram destes falsos documentos.

Com todo esse poder nas mãos, a Igreja Católica Romana procurou recuperar os territórios perdidos pelos bárbaros e empreendeu uma grande campanha de evangelização. Apesar do zelo missionário, ocorreram grandes transformações na doutrina da igreja. A simplicidade do culto cristão deu lugar a várias inovações de caráter duvidoso. Do século IV ao século XIII, várias doutrinas extrabíblicas foram adotadas pelo catolicismo. Vejamos algumas delas:

431 – a igreja começa a cultuar Maria como mãe de Deus.

503 – decretam a existência do purgatório.

783 – iniciam a veneração de imagens (idolatria).

933 – a igreja institui a “canonização” de santos.

1074 – é instituído o celibato.

1190 – começam a conceder perdão e favores espirituais por dinheiro. A igreja inicia os negócios com as indulgências.

1208 – começaram, na missa, a “levantar” a hóstia, para que fosse adorada.

1215 – o papa Inocêncio III, por decreto, instituiu a transubstanciação (presença literal de Cristo na hóstia), “valorizando” sobremaneira a missa.

1229 - Inquisição, no Concílio de Tolouse, foi oficialmente criada a Inquisição ou Tribunal do Santo Ofício, sob a liderança do Papa Gregório IX. 

 

 

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