Pastor Muller e sua  digníssima esposa  Miriam Inthurn

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Resenha do Livro A Cruz de Cristo
Resenha do Livro A Cruz de Cristo

Resenha do Livro A Cruz de Cristo

 

A Obra : A Cruz de Cristo

 

1986, de John Stott Título do original The Cross of Christ

 

 

II Credenciais do Autor:

 

Considerado uma das mais expressivas vozes da Igreja Evangélica contemporânea, o inglês Jonh Stott nasceu em 27 de abril de 1921. Foi um agnóstico até 1939, quando ouviu uma mensagem do reverendo Eric Nash e se converteu ao cristianismo evangélico.

Estudou Línguas Modernas na Faculdade Trinity, de Cambridge. Foi ordenado pela Igreja Anglicana em 1945, e iniciou suas atividades como sacerdote na Igreja All Souls, em Langham Place. Lá continuou até se tornar pastor emérito, em 1975. Foi capelão da coroa britânica de 1959 a 1991.Stott tornou-se ainda mais conhecido depois do Congresso de Lausanne, em 1974, quando se destacou na defesa do conceito de Evangelho Integral – uma abordagem cristã mais ampla, abrangendo a promoção do Reino de Deus não apenas na dimensão espiritual, mas também na transformação da sociedade a partir da ética e dos valores cristãos.

Escreveu cerca de 40 livros, entre os quais Ouça o Espírito, ouça o mundo (ABU), A cruz de Cristo (Vida) e Por que sou cristão (Ultimato).

 

III Editora : Vida do Grupo Zondervan Harper Collins

 

Editora Filiada a Associação Brasileira de Editores Cristãos

 

1° Edição Novembro 2006 (Língua Português)

11°Reimp: Nov.2010

 

13 Capítulos : 356 Paginas

o livro é divido em Capitulo e em blocos de assunto

 

 

IV Conclusão : Apresentando a Obra

 

A pesquisa qualitativa que o autor propõe para o conhecimento e enfatiza o Símbolo universal da fé cristã, o autor apresenta respostas as questões importantes ao analisar a cruz com o próprio Senhor Jesus Cristo. Neste sentido o autor deixa claro que após a compreensão, do significado da cruz, o homem sente a necessidade de ter um relacionamento íntimo com Deus.

A pesquisa orientada é para a compreensão da mensagem de nosso Senhor Jesus Cristo, e prioriza os seguintes aspetos:

  • A cruz como o próprio Senhor Jesus a entendia, à luz dos Evangelhos;

  • A Profundidade da expressão “Cristo em nosso lugar”;

  • O efeito realizado pela cruz;

  • O que significa viver submetido à cruz de Cristo.

 

A capacidade descrita nesta obra exalta e glorifica o grande amor de Deus pela pessoa de seu Filho unigênito Jesus Cristo.

Portanto a obra enriquece aos que se aproxime cada vez mais da comunhão e revelação de Deus.

 

V RESUMO DOS CAPÍTULOS

 

CAPÍTULO 1 – A Centralidade da Cruz................................................................15.

Nesse capítulo o autor apresenta, com detalhes, o sinal e o símbolo da cruz.

O autor mostra que todas as religiões e ideologias têm seu símbolo visual, que exemplifica um aspecto importante de sua história ou crenças. O Cristianismo, portanto, não é exceção quanto a possuir um símbolo visual. Todavia, a cruz não foi o primeiro. Por causa das selvagens acusações dirigidas contra os cristãos, e da perseguição a que estes foram submetidos, eles tiveram de "ser muito circunspectos e evitar ostentar sua religião. Assim a cruz, agora símbolo universal do Cristianismo, a princípio foi evitada, não somente por causa da sua associação direta com Cristo, mas também em virtude de sua associação vergonhosa com a execução de um criminoso comum.

Um pouco mais tarde, provavelmente durante o segundo século, os cristãos perseguidos parecem ter preferido

pintar temas bíblicos como a arca de Noé, Abraão matando o cordeiro no lugar de Isaque, Daniel na cova dos

leões, seus três amigos na fornalha de fogo, Jonas sendo vomitado pelo peixe, alguns batismos, um pastor

carregando uma ovelha, a cura do paralítico e a ressurreição de Lázaro. Tudo isso simbolizava a redenção de

Cristo e não era incriminador, uma vez que somente os entendidos teriam sido capazes de interpretar o seu

significado. Além disso, o monograma Chi-Rho (as duas primeiras letras da palavra grega Christos) era um

criptograma popular, muitas vezes representado em forma de cruz. Esse criptograma às vezes continha uma

ovelha em pé na sua frente, ou uma pomba.

Um emblema cristão universalmente aceito teria, obviamente, de falar a respeito de Jesus Cristo, mas as

possibilidades eram enormes. Os cristãos podiam ter escolhido a manjedoura em que o menino Jesus foi

colocado, ou o banco de carpinteiro em que ele trabalhou durante sua juventude em Nazaré, dignificando o

trabalho manual, ou o barco do qual ele ensinava as multidões na Galiléia, ou a toalha que ele usou ao lavar os

pés dos apóstolos, a qual teria falado de seu espírito de humilde serviço. Também havia a pedra que, tendo sido

removida da entrada do túmulo de José, teria proclamado a ressurreição. Outras possibilidades eram o trono,

símbolo de soberania divina, o qual João, em sua visão, viu que Jesus partilhava, ou a pomba, símbolo do

Espírito Santo enviado do céu no dia do Pentecoste. Qualquer destes sete símbolos teria sido apropriado para

indicar um aspecto do ministério do Senhor. Mas, pelo contrário, o símbolo escolhido foi uma simples cruz.

 

CAPÍTULO 2 – Por que Cristo Morreu? ..............................................................48.

Nesse capítulo o autor apresenta, Por que Cristo morreu? Quem foi responsável por sua morte?

O autor deixa claro, um dos aspectos fascinantes que os escritos dos relatos dos Evangelhos fazem do julgamento de Jesus é essa mescla de fatores legais e morais. Todos eles indicam que tanto no tribunal judaico como no romano seguiu-se certo procedimento legal. Contudo, os evangelistas também esclarecem que Jesus (preso) não

era culpado das acusações, que as testemunhas eram falsas, e que a sentença de morte foi um horrendo erro

judicial. Além disso, quando os apóstolos resolveram escrever acerca da natureza voluntária da morte de Jesus, usaram várias vezes o mesmo verbo(paradidomi) o qual os evangelistas empregaram com relação ao ser ele entregue à morte por outros. Assim, o autor descreve o "Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por nós ". considerado em particular neste capítulo, é ao mesmo tempo a revelação do propósito divino de vencer a

maldade humana assim exposta. O autor efetua à pergunta com a qual o começou: por que Jesus Cristo morreu? Minha (autor) primeira resposta foi que ele não morreu; ele foi morto. Agora, porém, devo equilibrar essa resposta com o seu oposto. Ele não foi morto, ele morreu, entregando-se voluntariamente para fazer a vontade do Pai.

A fim de discernir o que era a vontade do Pai.

 

CAPÍTULO 3 – Olhando abaixo da superficie......................................................65.

Nesse capítulo o autor apresenta, a crucificação de Jesus que, apesar de seu horror, vergonha e dor, a faz tão importante ao ponto de Deus a planejar de antemão e de Cristo vir para suportá-la.

O autor leva entender que primeiro, Cristo morreu por nós. Além de ser necessária e voluntária, sua morte foi altruísta e benéfica. Ele a empreendeu por nossa causa, não pela sua, e cria nos garantia um bem que não poderia ser garantido de nenhum outro modo.

Segundo, Cristo morreu para conduzir-nos a Deus (1 Pedro 3:18).

Terceiro, Cristo morreu por nossos pecados. Nossos pecados eram o obstáculo que nos impedia de receber o dom que ele desejava darnos. De modo que eles tinham de ser removidos antes que a salvação nos fosse

outorgada. E ele ocupou-se dos nossos pecados, ou os levou, na sua morte.

Quarto, Cristo sofreu a nossa morte, ao morrer por nossos pecados. Isso quer dizer que se a sua morte e os nossos pecados estão ligados, esse elo não é efeito de mera conseqüência (ele foi vítima de nossa brutalidade humana), mas de penalidade (ele suportou em sua pessoa inocente a pena que nossos pecados mereciam). Pois segundo a Escritura, a morte se relaciona com o pecado como sua justa recompensa: "o salário do pecado é a morte" (Romanos 6:23).

 

CAPÍTULO 4 – O Problema do Perdão.................................................................88.

Nesse capítulo o autor apresenta, por que o nosso perdão depende da morte de Cristo.O autor descreve que se alguém imagina que Deus pode simplesmente nos perdoar como nós perdoamos uns aos outros, ou a pessoa "ainda não pensou na seriedade do pecado", ou literalmente "que peso tão grande o pecado é, e você ainda não considerou a majestade de Deus". Quando a percepção que temos de Deus e do homem, da santidade e do pecado, é tortuosa, então nossa compreensão da expiação provavelmente também será tortuosa.O autor com experiencia faz a analogia entre o nosso perdão e o de Deus. É verdade, Jesus nos ensinou a orar, dizendo: "Perdoa-nos as nossas dívidas assim como nós temos perdoado aos nossos devedores". Mas ele estava ensinando a impossibilidade de perdão da parte da pessoa que não perdoa, e, assim, a obrigação que o perdoado tem de perdoar, como deixa claro a parábola do servo incompassivo; ele não estava fazendo um paralelo entre Deus e nós com relação à base do perdão.O autor apresenta o problema do perdão, que é constituído pela colisão inevitável entre a perfeição divina e a rebeldia humana, entre Deus como ele é e nós como somos. O obstáculo ao perdão não é somente o nosso pecado nem somente a nossa culpa, mas também a reação divina em amor e ira para com os pecadores culpados. Pois embora, deveras, "Deus seja amor", contudo, temos de lembrar-nos de que o seu amor é "um amor santo",amor que anseia pelos pecadores enquanto ao mesmo tempo se recusa a tolerar o pecado.

CAPÍTULO 5 – Satisfação pelo Pecado................................................................114.

Nesse capítulo o autor apresenta, a revelação bíblica da "satisfação através da substituição", a qual é singularmente honrosa para Deus, e que, portanto, poderia estar no próprio coração da adoração e testemunho da igreja.O autor descreve neste capitulo, o modo pelo qual diferentes teólogos desenvolveram o conceito da satisfação depende da sua compreensão dos obstáculos ao perdão, os quais primeiro necessitam ser removidos. Que exigências estão sendo feitas, as quais se constituem obstáculos até que sejam cumpridas? E quem as está fazendo? É o diabo? Ou é a lei, ou a honra ou a justiça de Deus, ou "a ordem moral"? Todas essas coisas têm sido propostas. Argumentarei, contudo, que o "obstáculo" primário encontra-se no próprio Deus. Ele deve "satisfazer-se a si mesmo" pelo modo de salvação que cria; ele não pode nos salvar contradizendo-se a si mesmo.

CAPÍTULO 6 – A auto substituição de Deus......................................................137.

Nesse capítulo o autor apresenta, "A interpretação da morte de Cristo como substituto divino.

O autor declara que Como, pois, podia Deus expressar simultaneamente sua santidade no juízo e seu amor no perdão? Somente providenciando um substituto divino pelo pecador, de modo que o substituto recebesse o juízo, e o pecador o perdão. É claro que nós, pecadores, ainda temos de sofrer algumas das conseqüências pessoais, psicológicas e sociais de nossos pecados, mas a conseqüência penal, a penalidade merecida da alienação de Deus foi levada por outro em nosso lugar. As questões vitais que agora nos deve tomar a atenção são as seguintes: quem é esse "substituto"? E como podemos entender e justificar a noção de ter ele substituído a si mesmo por nós? A melhor maneira de tratarmos destas perguntas é através de um exame dos sacrifícios do Antigo Testamento, visto que eram a preparação planejada por Deus para o sacrifício de Cristo.

CAPÍTULO 7 – A Salvação dos pecadores...........................................................170.

Nesse capítulo o autor apresenta, Por que tomou Deus o nosso lugar e levou o nosso pecado? O que realizou ele com seu auto-sacrifício e sua auto-substituição?

O autor apresenta o novo Testamento que dá três respostas principais a essas perguntas, as quais podemos resumir com as palavras "salvação", "revelação" e "conquista". O autor afirma, que Deus fez em Cristo por meio da cruz é salvar-nos, revelar-se a si mesmo e vencer o mal. Neste capítulo ele enfoca a salvação mediante a cruz. Seria difícil exagerar a magnitude das mudanças ocorridas como resultado da cruz, tanto em Deus quanto em nós, especialmente nos tratos de Deus conosco e em nosso relacionamento com ele.

CAPÍTULO 8 – A Revelação de Deus.............................................................208.

Nesse capítulo o autor apresenta, “ investigar de que modo a cruz foi uma palavra como também uma obra, e ouvir a ela” .O autor reuni neste ponto a observação A auto-humilhação do Filho de Deus, a qual começou na encarnação, culminou na sua morte. Contudo, nessa mesma humilhação ele foi "levantado", não apenas fisicamente elevado à cruz, mas também espiritualmente exaltado perante os olhos do mundo.Deveras, ele foi "glorificado". A cruz que parecia "vergonha" era, de fato,"glória". Ao passo que nos Evangelhos Sinóticos o sofrimento é o caminho da glória futura, para João é também a arena em que na realidade ocorre a glorificação. O autor aponta três ocasiões distintas Jesus se referiu à sua morte vindoura como a hora da sua glorificação.Primeira, em resposta ao pedido de alguns gregos que procuravam vê-lo, Jesus disse: "É chegada a hora de ser glorificado o Filho do homem"Segunda, assim que Judas deixou o cenáculo e entrou na noite, Jesus disse: "Agora foi glorificado o Filho do homem, e Deus foi glorificado nele".Terceira, ele iniciou a sua grande oração no final da refeição no cenáculo, com as palavras: "Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o teu Filho te glorifique a ti".

CAPÍTULO 9 – A Conquista do Mal ...............................................................232.

Nesse capítulo o autor apresenta, de uma forma clara, que não havia derrotismo nos cristãos primitivos; antes, falavam de vitória. Por exemplo: "Graças a Deus que nos dá a vitória. , ." Novamente: "Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores. . ." Uma vez mais: "Deus. . .nos conduz em triunfo. . ." E cada uma das cartas de Cristo às sete igrejas da Ásia termina com uma promessa especial "ao vencedor".O autor afirma que, Jesus desarmou o diabo e triunfou sobre ele, e sobre todos os "principados e poderes" que estão ao seu comando.

CAPÍTULO 10 – A comunidade de Celebração................................................258.

Nesse capítulo o autor apresenta, de uma forma clara, Cristo morreu em solidão abjeta, rejeitado por sua própria nação e desertado por seus discípulos; mas, levantado na cruz ele atrairia a todos os homens a si mesmo.O autor afirma que a vida cristã seja uma festa contínua, a Ceia do Senhor é, em particular, o equivalente cristão da páscoa. Portanto, ela se encontra no centro da vida de celebração da igreja. Foi instituída por Jesus na época da páscoa,deveras, durante a própria refeição pascal, e ele deliberadamente substituiu a recitação cerimonial que dizia:"Este é o pão da aflição que nossos pais comeram" por: "Este é o meu corpo dado por vós. . . Este é o meu sangue derramado por vós. . ." O pão e o vinho da festa cristã nos obrigam a olhar de volta para a cruz de Cristo,e lembramo-nos com gratidão do que ali ele sofreu e realizou.

CAPÍTULO 11 – Autocompreensão e Autodoação...........................................278.

Nesse capítulo o autor apresenta, Quem somos, pois? Como devemos pensar de nós mesmos? Que atitude devemos adotar para com nós mesmos? Como, pois, devemos ver a nós mesmos? Como podemos renunciar aos dois extremos do auto-ódio e do auto amor,e não desprezar nem deleitar-nos em nós mesmos?

É nesse aspecto que a morte de Jesus deve ser corretamente chamada de "representativa" como também

"substitutiva". O "substituto" é aquele que age no lugar de outro de tal modo que torne desnecessária a ação

desse outro. O "representante" é aquele que age em favor de outro, de tal modo que envolva esse outro em sua

ação.

CAPÍTULO 12 – Amando a Nossos Inimigos.....................................................299.

Nesse capítulo o autor apresenta, que não devemos tornar a ninguém mal por mal. "Não torneis a ninguém mal por mal. . . não vos vingueis a vós mesmos, amados" . O povo de Deus está totalmente proibido de fazer vingança e retaliação. Pois tornar o mal por mal é acrescentar um mal a outro. E se odiamos o mal, como podemos acrescentar a ele? Ouvimos aqui um eco claro do Sermão do Monte: "Não resistais ao perverso", Jesus dissera. Isto é, como esclarece o contexto, "não vos vingueis a vós mesmos". E, na cruz, Jesus exemplificou com perfeição o seu próprio ensino, pois "quando ultrajado, não revidava com ultraje, quando maltratado não fazia ameaças" . Pelo contrário, devemos "fazer o bem" e "viver em paz com todos os homens" . Isto é, o bem, não mal, e a paz, não a violência, devem caracterizar a nossa vida.

CAPÍTULO 13 – Sofrimento e Glória.....................................................................315.

Nesse capítulo o autor apresenta, O fato do sofrimento indubitavelmente tem sido o maior desafio à fé cristã em todas as gerações. Sua distribuição e grau parecem ser inteiramente ao acaso e, portanto, injustos. Os espíritos sensíveis perguntam se o sofrimento pode, de algum modo, reconciliar-se com a justiça e o amor de Deus.

X - METODOLOGIA

O autor demonstra em seu livro, a utilização da metodologia e habilidade , o que se percebe no fluir de suas idéias. O movimento dialético do seu raciocínio está sempre presente nas colocações que faz inclusive pela abertura constante para o diálogo com o leitor e com os autores citados.Trava uma discussão bastante elucidativa e construtiva.

É notória a preocupação em situar as idéias e os fatos historicamente, o que, a nosso ver, serve de suporte para a apresentação dialética de sua proposta.

Recorre às suas experiencias próprias e como Teólogo , para ilustrar ou exemplificar os ensinamentos na obra citado .

XI PRINCIPAIS AUTORES CITADOS NA OBRA

O autor referencia a varias obras. A seguir alguns dos autores citados no livro.

Michael Gough, Cícero,

Peter Green, Watchers by the Cross,

Thomas J. Crawford,

Alec R. Vidler, Essays

Emil Brunner, Man in

Friedrich Nietzsche

William Glasser

Karl Menninger,

Leon Morris,

R. W. Dale,

Robert S. Franks,

Nathaniel Dimock,

Robert S. Franks,

James Denney,

Thomas Cranmer

Hugo Grotius

Thomas J. Crawford,

F. D. Kidner,

Karl Barth,

R. Nicole,

B. B. Warfield

Johannes Behm,

Martin Luther,l

E. K. Simpson e F. F. Bruce,

E. Brunner, Mediator,

E. Brunner, Mediator,

F. Donald Coggan,

Anselmo,

ames Denney,.

Kenneth E. Bailey

H. E. W.

Rudolf Boltmann,

J. Jeremias, Central

H. C. G. Moule,

F. F. Bruce,

E. M. B. Green,

Cranmer,

H. J. Schroeder

Lambeth .

William Tyndale,

H. B. Swete

Calvino,

Jean Lasserre,

David Atkinson, .

XIII - CRÍTICA DO RESENHISTA

 

É uma obra que apresenta relativa dificuldade de leitura e entendimento, exigindo concentração na leitura, difícil associação dos conceitos pertinentes, que se misturam ao diversos pensamentos que compõe um grande numero de teólogos .

Particularmente, representou um desafio e ao mesmo tempo respostas para para uma explanação lucidada.

A organização dos assuntos tratados, na forma de Treze capítulos, subdivididos em itens cujos títulos são bastante elucidativos, não nos pareceram facilitar seu entendimento.

XIV - INDICAÇÕES E RECOMENDAÇÕES

Este livro é recomendado para todos os que querem conhecer e se aprofundar no conhecimento do grande Amor de Deus, atravez da cruz de Cristo .



Janio Muller Inthurn

Aluno do Curso Básico de Teologia.

Data: 14/11/2011

Local: Cidade de Lorena – São Paulo



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