Pastor Muller e sua  digníssima esposa  Miriam Inthurn

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Nascimento do Cristianismo
Nascimento do Cristianismo

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Os primórdios

 

Para compreendermos melhor a razão do nascimento de Cristo na época dos césares e da difusão do cristianismo apostólico, temos, antes, de buscar o contexto histórico, sociocultural, político e religioso no período do primeiro século da era cristã.

Muitas foram as contribuições do antigo mundo para a chegada de Cristo e sua doutrina. Ao estudarmos os períodos anteriores à vinda do Messias, percebemos a providência divina ao preparar o cenário para a chegada de seu plano de salvação. O ambiente histórico em que Cristo surgiu cooperou, de modo colossal, para a disseminação do evangelho. Nesse período, três povos, por sua rica contribuição, merecem destaque: os judeus, os romanos e os gregos. A seguir, ainda que resumidamente, daremos um perfil destas contribuições.

Os judeus

 

A mentalidade religiosa judaica quanto à espera iminente de um Messias facilitou a aceitação da mensagem de Jesus como o Messias prometido. Outro fator importante de contribuição foi o monoteísmo rígido, herdado da religião mosaica, com sua alta ética moralista baseada na lei de Moisés. Assim, o mundo religioso de então estava preparado psicologicamente para a chegada de um messias.

Os romanos

 

O império romano dominava o mundo na época em que Cristo nasceu. A extensão do império, que concorreu para a unificação dos povos, facilitou a difusão da mensagem cristã. Outra contribuição foi proporcionada pela infra-estrutura das estradas e das cidades romanas. Com o anexo de novas terras, pelo desbravamento do exército romano, foi fácil a disseminação do evangelho em regiões estrangeiras. O latim e o grego eram línguas universais e facilitavam a transmissão das boas novas.

Os gregos

 

Sem dúvida, uma das inestimáveis riquezas legadas pelos gregos foi sua língua. Tanto é que todo o Novo Testamento foi escrito em grego. Além disso, as idéias de seus famosos filósofos levaram o povo a inquirir sobre os mistérios da vida, sobre o ser e sobre Deus, razão e propósito de nossa existência. O evangelho oferecia respostas sensatas para todas essas questões intrigantes.

Enfim, todas essas contribuições, juntas, forneceram o ambiente propício para a chegada do Filho de Deus. Foi uma época ímpar, predestinada, como não houve em toda a história.

 

A chegada do Messias

O povo, que estava assentado em trevas, viu uma grande luz; e, aos que estava tados na região e sombra da morte, a luz raiou” (Mt 4.16) ^

Seu nome era Yeoshua (Jesus). Sua mãe chamava-se Miriam (Maria), casada com Yu (José), que era carpinteiro. Logo na infância, fora morar em Nazaré, cidade isolada nasmo5 tanhas da Galiléia, próxima da movimentada estrada que ligava Mesopotâmia ao Egito ti ele viveu e cresceu. Um judeu entre os judeus. Aparentemente, um homem entre os oifc homens. Em Roma, reinava Tibério; na Galiléia, Herodes. Com seus “dentes de ferro”, Roma continuava conquistando terras, sem imaginar que ali estava uma força, muito superiori sua, que conquistaria mais vidas do que as sete colinas jamais sonharam. Um poder contrao qual o Império Romano empenharia toda a sua força para destruir, para depois cair vencido de joelhos. Ali estava um homem que, de forma estranha e espantosa, colocaria seu nome acima de todo nome. Um homem que se apoderaria das vidas, dos corações e das mentes, como Roma se apoderava dos corpos. Um homem que era muito mais do que um homem Alguém de quem sempre falaram as profecias e os profetas — Jesus de Nazaré, o Messias..

Ele chegou. Talvez, não como muitos esperavam, mas Ele chegou. E cada situação de sua vida era o cumprimento das milenares palavras dos profetas. Multidões o seguiam porque experimentavam o poder de seus atos e a verdade de suas palavras. Foram apenas três anos e meio, preenchidos com curas, libertações e ensinos de sabedoria, ao fim dos quais,com um criminoso, foi levado a julgamento e, como o mais hediondo dos homens,

foi colocado na cruz.

Mas sua morte não seria o fim. Seria apenas o começo de uma nova era. Pois Ele ressuscitou e dois mil anos de História são uma prova extremamente sólida de que Ele veio ao mundo não por coincidência ou por acaso. Antes, Ele veio sim, de acordo com soas próprias palavras, “cumprir o que estava escrito”.

Desde então, os homens passariam a contar os tempos como antes e depois dele. Tornou- se o marco divisor da História e o marco divisor das almas e da humanidade. Sua vida, stf palavras e seus feitos não puderam, de forma nenhuma, ser ignorados. A História encontro“ seu centro, sua razão, seu núcleo, um eixo sobre o qual girar.

Faculdade ICP.

Pastor Muller

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